Morrigan, Guardiã do Destino
Morrigan No silêncio antes da batalha, quando o vento prende a respiração, ergue‑se a Morrigan, tecendo destinos com dedos feitos de sombra e trovão. Seus olhos são corvos em voo, lendo o futuro nas asas da noite. Sua voz é um sussurro de tempestade, um chamado que desperta a coragem e o aço. Ela não traz apenas morte — traz mudança, renascimento, poder. Pois toda guerra é também um portal, e a deusa que o guarda sabe ver o que nasce do que precisa morrer.