quinta-feira, 24 de novembro de 2011

The Secret Circle-Entrevista de Thomas Dekker Para o New York Times

The Secret Circle

“Eu acho que atraio os trabalhos para ficções científicas e para filmes de terror”, diz Thomas Dekker. “Eles simplesmente me encontram”.

Dekker não está brincando,aos 24 anos, ele contabiliza os seguintes títulos entre os seus filmes e as suas aparições para a televisão;

Jornada nas Estrelas: A Nova Geração (1994), Star Trek: Voyager (1995), a série derivada de Querida, Encolhi as Crianças (1997-2000), Heroes (2006-2007), ‘Do Além’ (2008), IQ-145 (2008), Laid to Rest (2009), O Exterminador do Futuro;Crônicas de Sarah Connor (2008-2009) e A Hora do Pesadelo (2010), bem como o lançamento direto para DVD de ‘Chrome Skull: Laid to Rest 2′ e o papel em ‘The Secret Circle’, série do canal americano CW.

“Adam é realmente firme, um rapaz bom, normal e totalmente americano”, explica o ator, “mas ele também possui essas habilidades mágicas que exigem seu contato com a natureza, com a espiritualidade e com a sensibilidade. Foi uma mistura interessante para mim, para tentar encontrar uma pessoa real no meio disso tudo”, prossegue.-“O interessante é que não está claro se ele quer ou não ter essas habilidades”, continua. “Acho que ele jamais escolheria seguir uma vida de bruxaria, caso a mágica não lhe tivesse sido transmitida hereditariamente. Mas agora ele tem esses poderes e ele aparentemente gosta de ser um líder que procura manter a sanidade dentro do grupo.Eu acho que, nesse ponto, ele desfruta dos poderes para a sua própria diversão e para fazer o bem”, continua, “mas uma coisa boa sobre esse programa é que quando você está se relacionando com magia, você está lidando com luzes e sombras, e eu acho que esse é o caso para a maioria de nós. Em algum momento, qualquer um dos personagens pode se deixar levar pelo lado sombrio. Isso pode acontecer com qualquer um deles e nós, os atores, provavelmente não saberemos com qual deles isso irá acontecer até que nos seja entregue o roteiro do próximo episódio”.
"A imprevisibilidade do personagem é algo que eu sempre achei muito empolgante na televisão”, ele acrescenta. “É algo muito desafiador e, ao mesmo tempo, diferente das gravações de filmes”.
“É sempre muito angustiante quando você está à espera de algo, da resposta do público, mas nós estamos muito contentes com o resultado que obtivemos e durante as gravações eu me tornei cada vez mais orgulhoso pela série”.

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